Portuguesa
 

É repetir a dose
De volta á elite, Lusa quer reviver os bons momentos de 2007

Seis anos depois, a Portuguesa está de volta à Série A. Durante esse tempo, o clube quase foi rebaixado para a Série C, caiu para a Série A2 do Paulista e esteve próximo de fechar as portas.

 

Porém, a grande virada veio em 2007. Com a chegada do técnico Vagner Benazzi, a Lusa conseguiu dois acessos no ano. No primeiro semestre, foi campeã paulista da A2 com sobras, vencendo o Rio Preto por 4 a 0 na grande final.

 

No segundo, o time chegou embalado na Série B. Mesmo assim, não era visto como favorito a uma das quatro vagas para o Brasileirão. Discreta, a equipe de Benazzi foi subindo na tabela, chegou entre os quatro primeiros na metade da competição e não saiu mais.

 

O acesso veio com duas rodadas de antecedência. A derrota para o Coritiba, no Couto Pereira, não esfriou a festa lusitana. Além do retorno à elite, a torcida da Portuguesa comemorou o surgimento de um novo candidato a craque: Diogo.

 

Veloz, inteligente e decisivo, o atacante da Lusa foi o principal nome do time em 2007. Sabendo do assédio em cima do jogador, o clube renovou seu contrato até 2010. E a diretoria garante que ele fica até o término desse vínculo.

 

Este ano, Diogo jogou apenas uma vez. Foi contra o Santos, na estréia do Paulistão. Desde então vem se recuperando de uma fratura no pé direito. Sem ele, o time tropeçou bastante no Paulistão e terminou na modesta décima posição. De quebra, Vagner Benazzi teve dificuldades para achar um substituto.

 

No Brasileirão, porém, a história será diferente. O camisa 7 já estará de volta aos campos, e pronto para infernizar as defesas adversárias.

 

Além disso, a Lusa contará com a experiência do atacante Christian, ex-Internacional.

 

O meio-de-campo conta com jogadores rodados como Carlos Alberto, com passagens por clubes como Botafogo e São Paulo, e Claudecir, ex-São Caetano e Palmeiras, a Lusa pode incomodar os favoritos.

 

 
Análise de Mauro Beting

Diogo e mais dez

A contusão da principal revelação da Lusa desde o meia Zé Roberto foi ruim para a equipe e péssima para os cofres. O atacante Diogo jogou apenas um jogo no Paulistão. Sem a estrela, o técnico Vágner Benazzi só conseguiu levar o modesto elenco ao décimo lugar.

 

A ótima notícia para o torcedor que retorna à Série A depois de cinco anos é que, por ter se lesionado, Diogo perdeu tempo e
mercado na Europa. A transferência deve demorar alguns meses. Tempo talvez suficiente para Benazzi dar liga a um time que primeiro marca, depois se defende com o bom goleiro André Luís, e, se der, por último, arrisca alguma coisa, com o hábil meia Preto, com o veloz Vaguinho, e com os gols de Diogo.

 
Desempenho

1971 - 17º
1972 - 24º
1973 - 29º
1974 - 18º
1975 - 10º
1976 - 18º
1977 - 29º
1978 - 11º
1979 - x
1980 - 40º
1981 - 17º
1982 - 16º (Série B)
1983 - 9º (Série B)
1984 - 7º
1985 - 38º
1986 - 10º
1987 - 7º
1988 - 9º

1989 - 7º
1990 - 15º
1991 - 10º
1992 - 16º
1993 - 9º
1994 - 10º
1995 - 10º
1996 - 2º
1997 - 6º
1998 - 4º
1999 - 23º
2000 - 17º
2001 - 13º
2002 - 23 º
2003 - 13º (Série B)
2004 - 11º (Série B)
2005 - 4º  (Série B)
2006 - 14º (Série B)
2007 - 3º (Série B)


   
Mascote e uniformes

   


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