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Primeira aparição em Olimpíadas: 1896
O uso de armas de fogo em práticas esportivas começou no século XIX. Os primeiros registros dão conta de competições na Suécia e, rapidamente, o resto da Europa e do mundo aderiu à modalidade. O tiro atualmente tem quatro categorias: pistola, carabina, tiro ao prato e alvo móvel. Ao todo, são 17 provas. Nas categorias pistola, alvo móvel e carabina, os atiradores tem por objetivo acertar um alvo que está dividido em círculos concêntricos, cada uma valendo uma pontuação diferente. Quem somar mais pontos vence. Em caso de empate, os últimos dez tiros são o primeiro critério-desempate e assim se segue até que se encontre um vencedor. Nas finais, os casos de empate são decididos com séries extras de tiros. No tiro ao prato (skeet e fossa) o atleta tem de acertar o alvo de modo a quebrar-lhe um pedaço visível. Cada prato acertado vale um ponto. Quem somar mais pontos ganha. Os casos de empate são decididos em séries extras de tiros.
China, Estados Unidos, Rússia e Alemanha são os principais candidatos a subirem ao pódio olímpico.
O tiro esportivo traz boas recordações ao Brasil. Foi justamente nesta modalidade que o país conquistou sua primeira medalha de ouro na história dos Jogos Olímpicos, com Guilherme Paraense logo na primeira participação do país em Olimpíadas, em 1920. O Brasil jamais conseguiu repetir a façanha de subir ao pódio no tiro esportivo.
Provas: (no masculino): pistola de ar 10m (60 tiros), rifle de ar 10m (60 tiros), pistola de fogo 25m (60 tiros), pistola 50m (60 tiros), rifle 50m em 3 posições (3x40 tiros), rifle pronado 50m (60 tiros), fossa dupla (125 tiros), skeet (125 tiros), fossa (125 tiros).
(no feminino): pistola de ar 10m (40 tiros), rifle de ar 10m (40 tiros), pistola 25m (30 mais 30 chutes), rifle em três posições 50m (3x20 tiros), skeet (75 tiros), fossa (75 tiros).
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