| Ademir da Guia |
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| Filho de peixe, peixinho é. O ditado caiu como uma luva quando Ademir da Guia foi trazido por seu pai, o legendário Domingos da Guia, para treinar no Palmeiras em 1961. Domingos já havia combinado com o treinador do Palmeiras, Reganeschi, que gostara do jogo de Ademir, então com 19 anos e atuando pelo Bangu. Com seu estilo elegante, de toques refinados e incrível visão de jogo, Ademir da Guia transformou-se no maior mito do Palmeiras em sua história. Tendo marcado 153 gols em 866 jogos, Ademir (ou "Divino") era o grande cérebro da "Academia" dos anos 60. Pelo Palmeiras, conquistou cinco títulos paulistas (1963, 66, 72, 74 e 76), dois Torneios Roberto Gomes Pedrosa (1967 e 1969), um bicampeonato brasileiro (1972/73), uma Taça Brasil (1967) e um Torneio Rio-São Paulo (1965). |
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| Djalma Santos |
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A chegada de Djalma Santos ao Palmeiras em 1959 visava suprir a ausência de Zezé Procópio, que havia sido o grande nome da lateral-direita na década de 40. E as expectativas com o grande craque foram superadas por suas atuações. Já no primeiro ano de clube, Djalma foi campeão paulista com grande destaque no time. Pelo Palmeiras, jogou 491 partidas e marcou 10 gols entre 1959 e 1968. Foi campeão paulista três vezes (1959, 63 e 66), conquistou o Torneio Rio-São Paulo uma vez (1965) e ainda venceu, em 1967, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa e a Taça Brasil.
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| Luís Pereira |
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| Se alguém perguntar a qualquer palmeirense qual o grande nome da zaga alvi-verde em todos os tempos, certamente a resposta será "Luís Pereira". Atuando no Palmeiras entre 1968 e 1975 e, depois, entre 1981 e 1984, Luís Pereira conseguiu simbolizar ambas as épocas, tanto por sua classe quanto por sua raça. Alto e forte, jamais apelou para a violência quando se tratava de dominar os adversários. Jogava seriamente, mas nunca de forma desleal. Pelo Palmeiras, Pereira jogou 562 partidas, tendo marcado 34 gols. Foi campeão paulista duas vezes (1972 e 1974) e bicampeão brasileiro (1972/73). |
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| Mazzola |
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Mesmo jogando apenas duas temporadas pelo Palmeiras (1956 e 1957, além de oito partidas em 1958), Mazzola (ou João José Altafini) marcou época. Em somente 106 partidas, Mazzola chegou a marca espantosa de 77 gols, com uma média de três gols a cada quatro jogos. E isso com apenas 17 anos. Em 1958, após sagrar-se campeão mundial pela Seleção Brasileira na Copa da Suécia, Mazzola transferiu-se para a Itália, onde encerrou sua carreira anos mais tarde. Apesar da grande atuação, não conquistou nenhum título pelo Palmeiras.
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| Júlio Botelho |
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Talvez Julinho Botelho tenha sido o maior ponta direita da história do futebol depois de Garrincha. Apenas esta credencial já o habilita a fazer parte de qualquer "dream team" do Palmeiras. Habilidoso e driblador, Julinho veio para o Palmeiras depois de passar algumas temporadas na Fiorentina (ITA), mesmo tendo recebido propostas de Vasco e Corinthians. Geraldo Brandão, seu amigo, o trouxe para o alvi-verde, passando a frente do Corinthians. Em sua passagem pelo clube, Julinho marcou 77 gols em 266 partidas entre 1958 e 1967, conquistando três títulos paulistas (1959, 63 e 66), um Torneio Rio-São Paulo (1965) e uma Taça Brasil (1960).
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