Ídolos

Elias Figueroa
O chileno Elias Ricardo Figueroa Brander chegou ao Internacional em 1971 como um desconhecido. Mas, com o passar do tempo, suas atuações seguras e de alta categoria o transformaram em Don Elias Figueroa, o maior zagueiro da história do clube. Em 336 partidas, Figueroa marcou 26 gols. Conquistou um hexacampeonato gaúcho (1971, 72, 73, 74, 75 e 76) e um bicampeonato brasileiro (1975/76). Um de seus momentos mais marcantes foi o gol do título nacional de 1975, sobre o Cruzeiro.

 


Paulo Roberto Falcão

Meio-campista de estilo elegante e domínio total de todos os fundamentos da posição. Este é o perfil de Paulo Roberto Falcão, o maior ídolo do Internacional da década de 70. Com atuações espetaculares e lançamentos precisos ele imortalizou a camisa 5 colorada. Falcão conquistou, entre 1973 e 1980, cinco títulos gaúchos (1973, 74, 75, 76 e 78) e três títulos brasileiros (1975, 76 e 79). Sua saída do Internacional para o Roma (ITA) transformou-o no Rei da capital italiana, consagrando-o como o maior jogador que já vestiu a camisa do time.


Tesourinha
Ao chegar ao Internacional, em 1939, Tesourinha, ou Osmar Fontes Barcellos, era um rapaz tão magro que foi autorizado pela diretoria a retirar diariamente pão e leite em uma padaria próxima ao clube. Alimentando-se bem, Tesourinha passou a mostrar um futebol de alto nível, a ponto de ser considerado o melhor jogador da América do Sul em 1945. Por causa de uma operação no joelho, não disputou a Copa do Mundo de 1950. Pelo Internacional, foi campeão gaúcho sete vezes (1940, 42, 43, 44, 45, 47 e 48).

Idolatrado no Inter, Tesourinha foi negociado para o Vasco da Gama por uma fortuna. Se tornou imediatamente famoso, jogando em um dos melhores times vascaínos de todos os tempos. Convocado para a Copa do Mundo de 1950, se lesionou em um lance com o o lateral Bigode e terminou fora daquele Mundial. Muitos dizem que, se Tesourinha jogasse contra o Uruguai, o resultado daquela copa teria sido muito dfierente.

Tesourinha ainda se tornou, por ironia, o primeiro negro a jogar no Grêmio. Coube a ele, um ídolo colorado, quebrar uma barreira antiga no rival, mas já velho, não obteve o mesmo destaque dos tempos de Inter e não marcou gols em Gre-Nais. Por muitos anos, se comparou Garrincha ao estilo de Tesourinha. Quem foi o melhor? Pelo menos para a torcida colorada,  não existem dúvidas: Tesourinha, é claro.


Manga

Em 1974, quando chegou ao Internacional, Manga já era o consagrado goleiro do Botafogo e da Seleção Brasileira. Vindo de Montevidéu (URU), onde jogava pelo Nacional local, Manga rapidamente consagrou-se no gol do colorado gaúcho, sempre exibindo a mesma técnica e categoria. Conquistou um tricampeonato gaúcho (1974, 75 e 76) e um bicampeonato brasileiro (1975/76).


Paulo César Carpeggiani

Meio-campista hábil e versátil, Paulo César Carpeggiani é considerado um dos maiores talentos que já vestiu a camisa do Internacional. Dono de grande visão de jogo, Carpeggiani jogou pelo Internacional durante quase toda a década de 70, conquistando um hexacampeonato gaúcho (1970, 71, 72, 73, 74, 75 e 76) e um bicampeonato brasileiro (1975/76).

Roberto Dinamite

Lance Activo

ir para
Activo
Aqui é você que manda
Fala galera

Quem foi o craque do Inter na Sul-Americana?

Enviar opiniãoVer resultados

Grêmio e Inter estão empatados em número de títulos: 45. Quem vai terminar 2008 na frente?

Enviar opiniãoVer resultados
Envie material para o LANCE!