Ídolos

Eduardo Gonçalves de Andrade - Tostão
Nascido em 25 de janeiro de 1947, Eduardo Gonçalves de Andrade tornou-se, nos nove anos que defendeu o Cruzeiro, o seu maior ídolo. Tendo jogado apenas até os 25 anos de idade, Tostão, que encerrou sua carreira no Vasco da Gama, conquistou o pentacampeonato mineiro entre 1965 e 1969 e a Taça Brasil de 1966 sobre o poderoso Santos de Pelé. A partir de 1967, Tostão marcou 41 gols em 219 partidas oficiais. Neste período, formou com Dirceu Lopes uma das maiores parcerias do futebol brasileiro em todos os tempos. Tendo sofrido dois traumatismos decorrentes de boladas no mesmo olho, Tostão acabou por abandonar a carreira e se dedicar à medicina. Mas antes, fez parte do famoso time que conquistou a Copa de 1970.

Dirceu Lopes Mendes
Durante os 14 anos em que vestiu a camisa 10 do Cruzeiro, Dirceu Lopes conquistou nove campeonatos mineiros (o pentacampeonato de 1965/1969 e o tetracampeonato de 1972/1975), além da Taça Brasil de 1966 e a Libertadores da América de 1976. Dirceu formou com Tostão uma dupla como poucas no futebol brasileiro, chegando a ser comparada à dupla Pelé-Coutinho, do Santos. Em 487 partidas oficiais, marcou 137 gols. Sua maior frustração foi não ter sido chamado para a Copa de 1970.

Manoel Rezende de Mattos Cabral - Nelinho
"Canhão", "Bomba", "Tiro". Estes eram apenas alguns dos nomes dados aos potentes chutes de direita do lateral Nelinho, também conhecido por suas cobranças de falta e pênaltis. Seus gols ajudaram o o Cruzeiro a conquistar quatro campeonatos mineiros (1973, 1974, 1975 e 1977) e uma Taça Libertadores (1976). Vestindo a camisa 4, Nelinho marcou 84 gols em 374 partidas durante os sete anos que passou no clube (1973 a 1980).

Wilson da Silva Piazza
Tendo atuado 15 anos no Cruzeiro, Wilson Piazza conquistou 10 campeonatos mineiros (1965 a 1969; 1972 a 1975 e 1977), uma Taça Brasil (1966) e uma Taça Libertadores (1976). Marcou 112 gols em 487 jogos. Ele também foi titular da Seleção Brasileira de 1970, quando conquistou o tricampeonato mundial no México.

Raul Guilherme Plassman
Usar uma camisa amarela quando todos os outros goleiros usavam camisas mais sóbrias era apenas uma das muitas características marcantes de Raul quando jogava pelo Cruzeiro. Dono de uma excelente colocação, Raul raramente fazia defesas acrobáticas. Em doze anos, Raul jogou 494 vezes pelo Cruzeiro. Conquistou nove títulos mineiros (1966 a 1969; 1972 a 1975 e 1977), uma Taça Brasil (1966) e uma Taça Libertadores (1976).




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